sábado, 25 de abril de 2015
quarta-feira, 22 de abril de 2015
Silêncio. Ele vai...vai...em busca de paz...caminha pela vida afora. (c)Ione França
Ele tem tantos fantasmas. Ele está tão habitado.
Que não é a hora de punir outros assassinos.
Tem dobras de gordura da barriga caída sobre o cinto.
Tem a roupa suada. Intuo o seu cheiro de suor. Suor de quem muito caminha. Intuo o seu cheiro de dor. Dor de quem muito sofre.
Ou será que estou enganada?...
( Canto Trigésimo Primeiro- Silêncio. Ele vai...vai...em busca de paz...caminha pela vida afora.) Pág. 128
Acordei como Acordam os Tolos, Cheia de Felicidades.
terça-feira, 7 de abril de 2015
Sou tão primitiva quanto a saudade... (ionnefranca.blogspot.com)
...Por mais de dois mil anos procurei-me e não envelheci.
Sou tão primitiva quanto a saudade.
No inverno, não recolho das laranjas nem o sabor dos meus beijos.
Talvez na próxima esquina, em que as ruas terminam em casas que não conheço.
Talvez dentro destas casas, junto à lareira acesa, misturado com as cinzas, no último trago de conhaque, esteja o meu amor. E aí, eu estarei...
Pág. 172 . Outubro
Acordei como acordam os tolos, cheia de felicidades.
www.castordepapel.pt
Sou tão primitiva quanto a saudade.
No inverno, não recolho das laranjas nem o sabor dos meus beijos.
Talvez na próxima esquina, em que as ruas terminam em casas que não conheço.
Talvez dentro destas casas, junto à lareira acesa, misturado com as cinzas, no último trago de conhaque, esteja o meu amor. E aí, eu estarei...
Pág. 172 . Outubro
Acordei como acordam os tolos, cheia de felicidades.
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