Acordei como acordam os tolos, cheio de felicidades

Acordei como acordam os tolos, cheio de felicidades
Estação Poesia

segunda-feira, 11 de maio de 2015

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Depressa, quero-te conhecida nesta partida, para melhor lembrar-te. Sim, sempre estou a lembrar os que partem, eu que fico, boquiaberta, assustadiça, atrás das portas...atrás dos dias, atrás da vida. Que também partem, com aqueles que se vão.
Pág. 59- Acordei como acordam os tolos, cheia de felicidades.
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quarta-feira, 6 de maio de 2015

Vamos viajar, apressa-te.

Conheça os nossos livros...
Vamos viajar, apressa-te. Olha as malas...as dúvidas e as esperanças. Jogar tudo dentro das malas, de maneira e forma que nada sobre, nada caia, para podermos partir inteiros. Anda, depressa, que a hora é rápida, e não espera as nossas indecisões.
Acordei como acordam os tolos, cheia de Felicidades. Ione França.  Uma edição da 4 Estações Editora
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domingo, 3 de maio de 2015

Acordei...






São Sentimentos simples,
perguntas fúteis, tais como:
onde está o amor?

Acordei como Acordam os tolos,cheia de felicidades.
Uma edição da 4 Estações Editora
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quarta-feira, 22 de abril de 2015

Silêncio. Ele vai...vai...em busca de paz...caminha pela vida afora. (c)Ione França




Ele tem tantos fantasmas. Ele está tão habitado.
E todos estes fantasmas foram mortos pela morte.
Que não é a hora de punir outros assassinos.

Tem dobras de gordura da barriga caída sobre o cinto.

Tem a roupa suada. Intuo o seu cheiro de suor. Suor de quem muito caminha. Intuo o seu cheiro de dor. Dor de quem muito sofre.

Ou será que estou enganada?...

( Canto Trigésimo Primeiro- Silêncio. Ele vai...vai...em busca de paz...caminha pela vida afora.) Pág. 128
Acordei como Acordam os Tolos, Cheia de Felicidades.



terça-feira, 7 de abril de 2015

Sou tão primitiva quanto a saudade... (ionnefranca.blogspot.com)

...Por mais de dois mil anos procurei-me e não envelheci.
Sou tão primitiva quanto a saudade.
No inverno, não recolho das laranjas nem o sabor dos meus beijos.
Talvez na próxima esquina, em que as ruas terminam em casas que não conheço.
Talvez dentro destas casas, junto à lareira acesa, misturado com as cinzas, no último trago de conhaque, esteja o meu amor. E aí, eu estarei...
Pág. 172 . Outubro

Acordei como acordam os tolos, cheia de felicidades.
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