Acordei como acordam os tolos, cheio de felicidades

Acordei como acordam os tolos, cheio de felicidades
Estação Poesia

quarta-feira, 18 de março de 2015

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Canto Décimo Terceiro
Como se fosse um vestido de mulher... cheio de cores.
Acordei... ( pág.54)


 Tudo me é familiar, os cheiros, as vozes, a hora da sesta, o acordar dos dias.
As rosas no jardim, que não me esqueço de colocar sempre borra de café
nas roseiras, para melhor alimentá-las. E finalmente, que rosas lindas,
que rosas gordas...
Desde sempre eu sei que a beleza precisa de ser alimentada aos poucos, com alguns gestos em alguns dias...
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Uma edição 4 Estações Editora

domingo, 15 de março de 2015

Acordei como acordam os tolos, cheia de felicidades de Ione França.


Neste novo livro, Ione França apresenta uma coletânea de textos, que intitula de Cantos, reflexões sobre o seu quotidiano, em prosa poética. Poesia madura e de grande sensibilidade e espirito crítico que por vezes nos desafia.
Magicamente, a autora envolve as palavras com mantos diversos, seja o da fantasia ou o da crueldade, o da angústia ou da ternura, o da dor ou da alegria, o da revolta ou da compreensão. Cada palavra é como a peça de um puzzle que a poetisa ensaia armar para construir um quadro que revela a sua inquietude pela mesquinhez e crueldade da alma humana, mas também o seu conhecimento e aceitação da beleza e das surpresas do mundo em que vivemos.
Nascida abaixo do Trópico de Capricórnio Ione França na juventude abandonou a faculdade, para se dedicar à poesia e à contestação estudantil. Seduzida pela Europa emigrou para Portugal no início dos anos noventa onde continuou a dedicar-se à poesia. Colabora até hoje na área editorial. Leitora compulsiva e crítica severa, gosta de criar colagens que, habitualmente, ilustram os seus livros. Publicou algumas coletâneas de poesias e contos em edições artesanais e de pequena tiragem, tanto no Brasil como em Portugal. Em 1996, a Editora Pergaminho publicou” O Séculos dos Anjos”, uma coletânea de poesias, e em 1997 um livro de contos,” O Domador de Almas.”
11.44€ em www.castordepapel.pt
Boas Leituras!

domingo, 8 de março de 2015


Acordei como acordam os tolos, cheia de felicidades.
(c)Ione França


Canto Sétimo
Bons-dias


Bom-dia, Desejo.
Boa-noite, Sossego.

E assim são os meus dias. Perdida dentro de uma ideia ou de um suspiro. Possíveis suspiros.

Felicidade ou nostalgia? ...
(pág. 32)

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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

O blog Faces de Marisa destaca "Louco Por Viver", "O Escultor de Almas" e "Acordei Como Acordam os Tolos, Cheia de Felicidades".

O blog Faces de Marisa destaca os nossos livros!

O blog Faces de Marisa destaca os livros "Louco por Viver", o "Escultor de Almas" e "Acordei como Acordam os Tolos, Cheia de Felicidades"

O início de uma parceria entusiasmante!


Todos os dias O Castor de Papel continua a fazer novas amizades e isso é sempre um motivo de celebração, que não podíamos deixar de partilhar convosco!

No blog Faces de Marisa, a nossa mais recente parceria, Marisa Luna destaca os livros "Louco Por Viver", "O Escultor de Almas" e "Acordei Como Acordam os Tolos, Cheia de Felicidades", edições do Castor de Papel e da 4Estações-Editora! 


Filipe, protagonista desta novela, afirma que o amor resulta de uma química de atração, como os elementos que se atraem ou se repelem. Será? Uma vez desaparecido, pode realmente o amor renascer e voltar à intensidade anterior? Até que ponto os homens conseguem entender e viver a gravidez das suas mulheres? 
Para Érica, a outra protagonista, mais do que um mero fenómeno fisiológico, a gravidez é um maravilhoso milagre. Será que é o que sentem em geral as mulheres? E a interrupção da gravidez? Como é aceite pela mulher? E pelo homem? E o que pode representar para o futuro do casal? Consegue uma jovem transformar-se profundamente graças a uma relação de amor? Ou isso só acontece na ficção? Esta novela levanta no seu decurso estas perguntas e tenta dar respostas.

Título: O Escultor de Almas
Autor: DeMoura    Género: Romance   Preço: 15,90€






Neste novo livro, Ione França apresenta uma coletânea de textos, que intitula de Cantos, reflexões sobre o seu quotidiano, em prosa poética. Poesia madura e de grande sensibilidade e espirito crítico que por vezes nos desafia. Magicamente, a autora envolve as palavras com mantos diversos, seja o da fantasia ou o da crueldade, o da angústia ou da ternura, o da dor ou da alegria, o da revolta ou da compreensão. Cada palavra é como a peça de um puzzle que a poetisa ensaia armar para construir um quadro que revela a sua inquietude pela mesquinhez e crueldade da alma humana, mas também o seu conhecimento e aceitação da beleza e das surpresas do mundo em que vivemos

Título: Acordei como acordam os Tolos, Cheia de Felicidades
Autora: Ione França
Género: Prosa Poética      Preço: 12,72€



No seu novo livro, Roberto Shiyashiki não promete nada; só toda a felicidade do mundo. Isso mesmo, leu bem. De alguma forma, a nossa loucura e a nossa paixão podem ter-se perdido, mas uma vida prazerosa e cheia de energia e desejo. Aqui, o leitor é convidado a realizar o impossível. Aquele projeto que sempre viveu guardado no coração, o emprego que vale a pena e valorizar os seus talentos, o relacionamento capaz de o fazer andas nas nuvens. Entenda como tudo isso está à espera do seu primeiro passo e deixe o autor mostrar-lhe como dar esse salto. A vida não é uma, a vida é muitas; e a sua está prestes a reinventar-se.

Título: Louco por Viver   
Autor: Roberto Shinyashiki    Género: Desenvolvimento Pessoal  Preço: 14,84€


Leia aqui o artigo completo da autoria de Marisa Luna, no blog FACES DE MARISA

Deixe-se levar pela curiosidade, visite-nos em www.castordepapel.pt ou no nosso blog www.castordepapel.blogspot.pt e saiba mais sobre os nossos livros. Fique a conhecer-nos melhor!
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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Cheia de Felicidades. Ione França. Estação Poesia. 4Estações Editora

 Canto Décimo Primeiro Pág. 46
Acordei como Acordam os tolos...
Sorrisos Fáceis...
Sorrio. Riso fácil de quem reencontra textos antigos e se revê nas palavras sentidas e presas. Palavras prisioneiras?Prendo as palavras no papel para não me esquecer.
Não me esquecer de mim...
Lá estão elas, as palavras. Dentro de algumas gavetas, sem queixumes, esperam-me cheias de tempo.
As palavras escritas, sempre têm mais tempo.
Não envelhecem, não morrem, permanecem iguais a si mesmas.
São sempre palavras cheias de verdades e poesias.