sábado, 7 de março de 2015
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
O blog Faces de Marisa destaca "Louco Por Viver", "O Escultor de Almas" e "Acordei Como Acordam os Tolos, Cheia de Felicidades".
O blog Faces de Marisa destaca os nossos livros!
O blog Faces de Marisa destaca os livros "Louco por Viver", o "Escultor de Almas" e "Acordei como Acordam os Tolos, Cheia de Felicidades"
O início de uma parceria entusiasmante!
Todos os dias O Castor de Papel continua a fazer novas amizades e isso é sempre um motivo de celebração, que não podíamos deixar de partilhar convosco!
No blog Faces de Marisa, a nossa mais recente parceria, Marisa Luna destaca os livros "Louco Por Viver", "O Escultor de Almas" e "Acordei Como Acordam os Tolos, Cheia de Felicidades", edições do Castor de Papel e da 4Estações-Editora!
Para Érica, a outra protagonista, mais do que um mero fenómeno fisiológico, a gravidez é um maravilhoso milagre. Será que é o que sentem em geral as mulheres? E a interrupção da gravidez? Como é aceite pela mulher? E pelo homem? E o que pode representar para o futuro do casal? Consegue uma jovem transformar-se profundamente graças a uma relação de amor? Ou isso só acontece na ficção? Esta novela levanta no seu decurso estas perguntas e tenta dar respostas.
Autor: DeMoura Género: Romance Preço: 15,90€
Neste novo livro, Ione França apresenta uma coletânea de textos, que intitula de Cantos, reflexões sobre o seu quotidiano, em prosa poética. Poesia madura e de grande sensibilidade e espirito crítico que por vezes nos desafia. Magicamente, a autora envolve as palavras com mantos diversos, seja o da fantasia ou o da crueldade, o da angústia ou da ternura, o da dor ou da alegria, o da revolta ou da compreensão. Cada palavra é como a peça de um puzzle que a poetisa ensaia armar para construir um quadro que revela a sua inquietude pela mesquinhez e crueldade da alma humana, mas também o seu conhecimento e aceitação da beleza e das surpresas do mundo em que vivemos.
Título: Acordei como acordam os Tolos, Cheia de Felicidades
Autora: Ione França
Género: Prosa Poética Preço: 12,72€
No seu novo livro, Roberto Shiyashiki não promete nada; só toda a felicidade do mundo. Isso mesmo, leu bem. De alguma forma, a nossa loucura e a nossa paixão podem ter-se perdido, mas uma vida prazerosa e cheia de energia e desejo. Aqui, o leitor é convidado a realizar o impossível. Aquele projeto que sempre viveu guardado no coração, o emprego que vale a pena e valorizar os seus talentos, o relacionamento capaz de o fazer andas nas nuvens. Entenda como tudo isso está à espera do seu primeiro passo e deixe o autor mostrar-lhe como dar esse salto. A vida não é uma, a vida é muitas; e a sua está prestes a reinventar-se.
Título: Louco por Viver
Autor: Roberto Shinyashiki Género: Desenvolvimento Pessoal Preço: 14,84€
Leia aqui o artigo completo da autoria de Marisa Luna, no blog FACES DE MARISA
Deixe-se levar pela curiosidade, visite-nos em www.castordepapel.pt ou no nosso blog www.castordepapel.blogspot.pt e saiba mais sobre os nossos livros. Fique a conhecer-nos melhor!
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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
Cheia de Felicidades. Ione França. Estação Poesia. 4Estações Editora
Canto Décimo Primeiro Pág. 46
Acordei como Acordam os tolos...
Sorrisos Fáceis...
Sorrio. Riso fácil de quem reencontra textos antigos e se revê nas palavras sentidas e presas. Palavras prisioneiras?Prendo as palavras no papel para não me esquecer.
Não me esquecer de mim...
Lá estão elas, as palavras. Dentro de algumas gavetas, sem queixumes, esperam-me cheias de tempo.
As palavras escritas, sempre têm mais tempo.
Não envelhecem, não morrem, permanecem iguais a si mesmas.
São sempre palavras cheias de verdades e poesias.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
Ione França - Acordei como Acordam os Tolos, Cheia de Felicidades
Acordei como acordam os tolos, cheia de felicidades.
Canto Quinto
Palavra Sorriso
Imagina, há uma hora atrás , encontrei uma flor,
perdida dentro de uma palavra.
E a palavra era sorriso.
E esta palavra dava cor, forma e substância ao teu olhar. Sim, eu sei que o teu olhar sempre é de dias futuros, e de promessas bem-vindas.
Assim, sei a falta que me faz um pouco de esperança.
Esperança nos pequenos gestos, e em todos os nossos incertos despertares. Que acordar não é uma garantia...E se não acordo? O que fazes? Se não entro de rompante na tua manhã, mal amanhecida? Mas felizmente sempre acordo, como quem abre uma porta e sai para a rua, desta casa de sonhos...( pág. 24)
Uma edição da 4Estações-Editora
Nas Livrarias ( PVP 12,72€) ou www.castordepapel.pt
Canto Quinto
Palavra Sorriso
Imagina, há uma hora atrás , encontrei uma flor,
perdida dentro de uma palavra.
E a palavra era sorriso.
E esta palavra dava cor, forma e substância ao teu olhar. Sim, eu sei que o teu olhar sempre é de dias futuros, e de promessas bem-vindas.
Assim, sei a falta que me faz um pouco de esperança.
Esperança nos pequenos gestos, e em todos os nossos incertos despertares. Que acordar não é uma garantia...E se não acordo? O que fazes? Se não entro de rompante na tua manhã, mal amanhecida? Mas felizmente sempre acordo, como quem abre uma porta e sai para a rua, desta casa de sonhos...( pág. 24)
Uma edição da 4Estações-Editora
Nas Livrarias ( PVP 12,72€) ou www.castordepapel.pt
domingo, 22 de fevereiro de 2015
Ione França. Acordei como acordam os tolos, cheia de felicidades.4Estações-Editora. Na Fnac Cascais Shopping.
Neste novo livro, Acordei como Acordam os Tolos,Cheia de felicidades, Ione França apresenta uma coletânea de textos, que intitula de Cantos, reflexões sobre o seu quotidiano, em prosa poética.
Poesia madura e de grande sensibilidade e espírito crítico que por vezes nos desafia. Sempre profunda, perturbadora e corajosa.
Magicamente, a autora envolve as palavras com mantos diversos, seja o da fantasia ou o da crueldade, o da angústia ou da ternura, o da dor ou da alegria, o da revolta ou da compreensão.
Cada palavra é como a peça de um puzzle que a poetisa ensaia armar para construir um quadro que revela a sua inquietude pela mesquinhez e crueldade da alma humana, mas também o seu conhecimento e aceitação da beleza e das surpresas do mundo em que vivemos.
À guisa de subtítulo, a autora escreve: " Vamos falar ou sentir a doçura das palavras." E, assim, canta: "Acendo incensos imaginários e em quietude construo a minha oração, construo com a visível presença do meu eu, a delicadeza da minha respiração e com as grandes covardias às quais me permito. E assim delicada, viva, covarde e presente, ofereço-me em preces." Ou ainda: " Encontrei um peda-
ço de pele e de alma. Da pele fiz corpo, da alma palavra.
Palavra quieta. Assim posso sentir como uma espécie
de doçura os dias que me inventam."
MMM
www.castordepapel.pt
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
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